17.1.13

Crónicas da selva urbana ou os Jacós da minha rua


Apareceram há muito. Uns cinco ou seis anos, talvez. Começaram por ser meia dúzia. 
Da última vez que os contei, todos juntos, julgo que no ano passado - e talvez nem estivessem todos - eram já catorze.
Os primeiros terão, presumo, fugido de um cativeiro não muito distante. Não creio que qualquer trajeto migratório de aves destas faça escala por estas bandas. Ou então tinham um gps chinês...
Sobrevoam, ao longo do ano, muitas vezes esta zona. Nesta época costumam aparecer com mais frequência, para devorar as bagas destas árvores que rodeiam o meu prédio. Com o chinfrim que fazem, é impossível não dar por eles. Hoje, eram só dois, mas felizmente ainda consegui apanhar um dos artistas da adaptação e sobrevivência. Só nós, inconformados humanos, é que passamos a vida a queixar-nos de tudo!


adenda: ...e afinal aqui, toda a informação que acabei de ficar a saber, através de uma amiga. 

10 comentários:

  1. :)
    E como é delicioso fechar os olhos por momentos e ouvir aquele chilrear deles!

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  2. Já arranjaste mais um amigo... impossivel não ser tua amiga!

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  3. Querida Margarida, estive a folhear os teus últimos posts...
    E cada vez mais fico fascinada com o teu blog, as tuas fotografias.
    A Rita, tem toda a razão!
    Um grande beijo. :)

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  4. No Castelo de S.Jorge existem centenas! E é cá uma barulheira! ;)

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  5. @Chefe Índio, e eu que achava que só visitavam a minha tribo!...

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  6. @Paulinha, são muitos, sao muitos! ;)

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  7. @Querida Turista Manelinha, muito obrigada! Eu bem sei que ando uma gazeteira lá pela tua rua, mas ver-te todos os dias no FB é o que dá ;)

    Beijos, hasta Braga!

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  8. @DNC, coisas, que vou sabendo! ;)

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  9. Os teus Jacós chegaram a Belas! :D

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  10. @Scarlet, foram visitar-te! :)

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