este lugar não é sempre cor de rosa, por aqui não há sempre sol e nem tudo são flores.
também há dias cinzentos, chuva, cardos e urtigas.
é tudo isso que o faz uma boa parte de mim.


20.4.14

Da nossa Páscoa














Os mimos especiais trazidos de Paris para os pais. O folar e a memória de quem já partiu mas que mora sempre bem perto, no nosso coração. A Páscoa da Vovó Coelha, sempre doce, cheia de detalhes, pensada com muito carinho. Nós e os teus quase 15 anos.

19.4.14

O lanche dos coelhos



















Conta a história que, um belo dia, a mãe coelha da família Saltirrói decidiu premiar os seus bem comportados três filhos, os pequenos coelhos Tó, Titó e Toutiço, oferecendo-lhes um lanche recheado de coisas boas e rodeados de amigos.
Pela floresta distribuiram os convites e chegado o dia todos os ilustres convivas compareceram. Sucede que, a meio da festa, a despeitada pega, ao ver a animação para onde não tivera sido convidada, armou tamanho banzé que acabou por atrair à cena a bicharada menos amistosa do bosque. O javali e a raposa, armados em larápios intrusos, deitaram mão a tudo o que puderam e já a festa se ia dar por terminada quando o pequeno mas atrevido rato Levi se lembrou de resolver o marasmo com uma bela pitada de pimenta. Vencidos os inimigos e retomada a pulsação, a festa terminou em animada celebração.

Tudo contado, mais do que por palavras, pelas deliciosas ilustrações de Simone Baudoin, no numero 34 das coleções da Anita. Eram afinal estas, sobretudo, que nos faziam sonhar.

17.4.14

La vie en rose







Em Paris descobri que existem árvores de algodão doce e que as suas flores são feitas do mais suave papel de seda. De encher o coração.

16.4.14

*❤*


Dias longos, de muitos kms percorridos e agora o retomar do fôlego dos dias comuns com muitos desafios pela frente. Até já!

5.4.14

DIM* | La vie en rose












*Did It Myself

Tudo começou com um colar de pérolas comprado há tanto tempo que não há memória de onde e uma coroa de flores artificial do Ikea de que no geral já não gostava mas cujas flores achava enternecedoras.

A isso juntou-se uma fita de renda comprada na encantadora Antiga Drogaria, um dia de chuva, uma boa dose de neura e uma das vontades que costumo ter nestes dias para contrariar os estados de alma - os meus e os do tempo -, a vontade de Criar. A outra é a de Arrumar e Organizar. Desejos e impulsos que nestas fases são verdadeiros remédios santos para desencalhar o espírito de estados menos zen.

O resultado foi este e irá fazer parte da bagagem que na 2ª feira irá comigo e a minha adolescente preferida passear até Paris.

À bientôt!