18.10.12

Do fumo dos dias


É a ti que amo e é na perplexidade do teu calor adormecido que me conforto e confronto.
Por maiores que sejam as fugas nunca me desencontro do que fomos e somos.
Lenha e fogo. Labaredas. Lume. Cinzas.
Um amor nunca arrefece e todo o calor é pouco.
Do que se extingue sobra o pó. O começo e o fim de tudo. O nosso.

4 comentários:

  1. "O começo é o fim de tudo". Não poderia ser melhor escrito.
    Bj**

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. O começo tem sempre o fim anunciado, só não sabemos quando...dolorosa essa verdade.

    Beijinho*

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  4. Posso não comentar?... Posso?!
    Obrigada! ;)

    Beijos às duas, que são umas queridas na minha vida!

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