25.10.13
- 44 -
Um numero redondo. Um Par. Como vocês.
Lê-se da frente para trás e detrás para a frente, sempre igual. Como o vosso Amor.
44 anos. Um longo Caminho juntos.
Parabéns, Papás! ❤
24.10.13
Laranja e Flor de Sabugueiro
O meu guilty pleasure do momento. Doce de laranja e flor de sabugueiro em tostas de centeio. Tudo made in IKEA. O chá? Cinnamon spice da Yogi Tea. E começa a cheirar a Natal por aqui...
23.10.13
Mudança
Já há algum tempo que vinha a pensar nisso. A imagem acompanhava-me há quatro anos, desde um momento de mudança. Outro, que marcou outro compasso, de outro tempo. Uma viragem, depois de uma curva da vida.
Mas esta mudança, que agora já apetecia, não tinha nenhum motivo além do bom motivo que é a Mudança que apenas serve para renovar, crescer, reinventar.
Gosto de mudanças, mas sou da estabilidade. Gosto da novidade, mas sou da continuidade. Gosto da renovação, mas sou pela identidade. Há coisas que se mudam e há coisas que nos mudam. Umas e outras são necessárias, até mesmo saudáveis porque é com elas que crescemos e nos descobrimos. Tudo no tempo certo e na justa medida. Para mim, que sou Terra, o importante é ter solo firme, poder criar raízes. Andar sempre com a casa às costas ou trocar de vida, de rumo, de ideias ou de rota como quem troca de camisa, não está na massa do meu sangue, ou no meu ADN, como se diz agora.
Mas esta mudança apetecia e andava mais ou menos alinhavada na minha memória, no desfiar dos dias. E hoje, Ela, logo de manhã parecia que me adivinhava. Acordou-me com um protesto privado de que já não aguentava o meu oversized Jacinto, o header que há quatro anos me acompanhava apesar de alguns retoques de imagem que foi sofrendo entretanto. Ri-me, chutei para canto, expliquei mais ou menos tintim por tintim o mesmo que comecei por dizer no inicio deste post. Expliquei-lhe ainda o que me ligava em especial aquela imagem - a inscrição, no vaso, do ano de nascimento da minha filha.
Mas a mudança apetecia e andava displicentemente semi-agendada nos meus dias. Motivo maior do que o desejo - e a lógica - da mudança pela mudança era o facto de desde há muito ter optado por fazer deste blogue um espaço de imagens pessoais. Há muito que deixei de recorrer a bancos de imagens ou tumblrs para alimentar o Deixa entrar o Sol. Urgia por isso, por coerência, que o header fosse também meu.
Ora Ela, que é não é só a Rainha do Pendant, mas que é também a Imperatriz da Mudança, que salta de personagem em personagem com a elegância e versatilidade com que eu esfrego um olho, só podia andar desassossegada com tanta quietude por estas bandas. Refilou, desafiou, sugeriu, propôs.
De manhã tive mais em que pensar, mas pela tarde rendi-me. Deitei mãos à obra e o novo header nasceu. Não foi difícil, até porque confesso não ter paciência para perder muito tempo com certas coisas.
Hoje foi dia de mudança. Das mudanças que gosto que façam parte da minha vida. As cíclicas, as coerentes, as evolutivas. As necessárias.
Hoje, um dia tão bom como outro qualquer para mudar, mas não fosse o desassossego dela talvez ainda estivesse para acontecer.
A culpa é dela, que apesar de ser uma mulher que veste muitas peles é uma das pessoas mais genuínas desta blogosfera e ainda por cima escreve bem que se farta e de uma forma que me toca, muitas e muitas vezes.
Obrigada, miúda! Sobretudo por seres assim.
Já agora, aproveitámos a onda e mudámos também por aqui!
Já agora, aproveitámos a onda e mudámos também por aqui!
22.10.13
Merenda
Dentro, um pedaço do lanche de ontem. Por fora, o pretexto para estrear as novas etiquetas que moram cá em casa. Bem posso fazer doces!
21.10.13
Hora do lanche
A receita foi inspirada aqui.
Cá por casa, usei farinha de espelta em subsituição da farinha sem fermento e farinha integral de centeio. Acrescentei uns pozinhos de canela e salpiquei com sementes de papoila.
Uma receita muito fácil e uma base perfeita para reinterpretar com outros sabores.
19.10.13
17.10.13
Hora de almoço
O desejo incontrolável de uma mistura improvável que me soube pela vida.
[e que me obrigou a pegar no carro para ir comprar o que não tinha em casa. tudo!]
Like a van Gogh*
Para quem não sabe, hoje o dia nasceu assim, pintura de sol sobre tela de horizonte de cozinha.
O único filtro usado nestas imagens dá pelo nome de Vida.
*painted by a God. The Holy Sun.
16.10.13
O Puzzle
Esta imagem faz parte de mim. Está profundamente entranhada nas minhas memórias, enraizada na minha mais tenra infância.
Tenho memórias muito vivas e nítidas dos meus primeiros anos. Do que me rodeava e de quem me rodeava. Das minhas rotinas, dos meus brinquedos e das minhas brincadeiras.
Como fui filha única e só fui para o colégio com cinco anos, brinquei muito sozinha e entretinha-me com muita facilidade com tudo o que tinha ao meu dispor. Entre bonecas, jogos e outros brinquedos, até à apetecível caixa de novelos de lã que acolhia um bom acervo das fotografias de família em casa dos meus avós maternos, tudo servia para passear a imaginação e passar as horas animadamente.
Esta imagem faz parte de mim. Construí este puzzle vezes sem conta, como se fosse uma eterna novidade, como se cada vez que o fazia fosse a primeira, no encantamento de desvendar o fim da construção.
Na semana passada reencontrei-o numa das muitas re-arrumações que faço no espaço físico da minha casa sempre que me é urgente reorganizar e arejar o meu mundo interior.
Imaginam o sorriso?
A cada peça junta, o mesmo prazer e surpresa de gestos revividos e revisitados ao fim de tantos anos.
Pelo número incontável de vezes que o fiz, desfiz e refiz e pela idade que tinha quando chegou até mim - uns três anos - percebi entretanto o quanto sempre fui cuidadosa com as coisas e perguntei-me se será por causa dele que sonho tanto com piqueniques?
Este é afinal O puzzle da minha infância que talvez tenha estado na origem subconsciente deste outro.
15.10.13
Fazer parte da Tribo
Já aqui tinha dito muito do que me torna cúmplice e admiradora deste blogue. E tudo isso se mantém e regenera, a cada post.
Quem me conhece há muito destas paragens sabe que cada vez menos navego por estas águas, mas sabe também que sou pouco dada ao politicamente correto de mencionar blogues só porque andam na berra, para somar protagonismo ou colher créditos e menções honrosas de volta. E nisso - abençoado seja também por isso - Índios e Cowboys prima por uma charmosa descrição.
Tudo o que já disse sobre Índios e Cowboys sabe-me sempre a pouco. Em contrapartida, este gesto bonito de Chefe Índio soube-me a muito. Pela forma carinhosa e cuidada com que me interpelou. Pelas perguntas que primam pela originalidade e pelo conteúdo. Por ser tão generosamente cúmplice com o meu Deixa entrar o Sol. Pela imeeeensa paciência que teve para aguardar as minhas respostas! Deixou-me de coração cheio.
Duvido que a maioria de vocês não conheçam, mas se não conhecem, não percam um belo passeio pela sua vasta pradaria de conteúdos e pelas anteriores entrevistas. Garanto que vale MESMO a pena!
E quanto a nós, querido Chefe Índio... Até breve!
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