9.6.12
8.6.12
@ Meninos do Rio...
No passeio de ontem deparei-me com esta estranha mas deslumbrante árvore, completamente vermelha. Emergia da esplanada do Meninos do Rio, embora fosse mais visível do lado de fora. Tenho uma quase obsessão por saber o nome das árvores e dos pássaros com que me cruzo, sobretudo dos que me despertam particular atenção. Vestígios da infância e marcas das raízes familiares, no campo.
Recompensa-se com um especial e simpático Obrigada! quem souber dizer o nome desta árvore do espanto.
6.6.12
Do trabalho
Sou das que não imagina a vida sem trabalho. Mesmo que me saísse o euromilhões? Sobretudo se me saísse o euromilhões! Trabalhar é realizar mais uma parte de mim, é cumprir uma boa parte do que sou, é ir mais longe, é desdobrar-me, é exercitar a minha criatividade, é conhecer mais gente e mais mundo, é aprender coisas novas, é partilhar experiências diferentes, é abrir portas de outras realidades, é descobrir e descobrir-me, vezes sem fim.
Não imagino a vida sem trabalho, mas sei que só sou verdadeiramente boa naquilo que me apaixona. Porque com a paixão vem a entrega, vem o esquecer das horas, vem o superar dos limites, vem a insaciabilidade dos dias, vêm as metas mais difíceis.
Trabalhar no que, preenchendo algumas horas do dia, me complementa mas não desenvolve, nem recria, nem potencia o melhor que tenho dentro de mim, não deixa de ser redutor, ainda que mantenha uma componente reconfortante. Porque fazer do que, sentindo-se pouco, tentamos tornar em muito, é um constante desafio. E eu, quer queira, quer não - e sobretudo já andando um bocadinho cansada deste puxa e estica que não há maneira de acalmar - gosto de um bom desafio! Dá-me pica! Enfim...
Há muitos anos que sei o que me preenche profissionalmente. Há muitos anos que sei exatamente o que quero e onde posso e quero chegar. Há muitos anos que escutei o meu coração e o segui, mesmo que muitas vezes o elementar bom-senso aconselhasse o contrário. E a verdade é que, mesmo estando no ponto em que estou, nunca me arrependi. Sei o que me move e sei que, no que me move, sou francamente boa. Porque quando somos bons não é só o coração que não tem dúvidas, são os resultados que falam por si.
É por isto tudo, e por amar tão apaixonadamente o trabalho que ainda tenho para realizar, que sei que, quando acabar esta etapa morta que a Sr.ª Vida me recolocou no caminho, é para lá, para o meu melhor, que vou direitinha!
Como é que sei?... Lá está, é o coração que diz! ;)
Como é que sei?... Lá está, é o coração que diz! ;)
5.6.12
4.6.12
3.6.12
Lisboa*
Enquanto me acolhes neste intervalo, bebo de ti o melhor das tuas ruas.
* hoje passei por alemã, espanhola, italiana... para surpresa de quem perguntava, afinal era portuguesa de Lisboa, em turismo pelas ruas da sua cidade.
como podem os portugueses ter um olhar critico sobre o turismo e o seu país se o conhecerem menos que os visitantes? parece-me um ponto fundamental a que muito poucos dos interessados respondem.
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