31.7.10
30.7.10
António Feio
29.7.10
Gosto
Dos lados do Sol... e do Mar! :)
Living inside the book of life
Depois de ler alguns livros, quantas personagens ficam por longo tempo a morar dentro de nós?
E nós? Com quantas personagens escrevemos o livro das nossas vidas?
Não há melhor ficção do que a realidade.
Sobre a liberdade
28.7.10
A minha amiga Osga

Não, não é a lendária amiga do António Sala. É mesmo a minha. A que habita já há algum tempo o meu jardim à beira-varanda plantado e se entretém a pregar-me sustos de vez em quando.
Por estranho que pareça a grande parte das pessoas que conheço, não só gosto imenso do bicho - desta e das primas e primos todos - como não tenho medo nenhum. Mas que a estuporada se deve divertir à brava com o gritinho estúpido que guincho, cada vez que sai disparada para fugir à rega dos vasos, lá isso deve!
Filha da pêga da mãe!
Se te apanho, dou-te um rabo novo!
Começas a desconfiar
27.7.10
Fim de dia
Nem só de teorias vive o peixe

Nos últimos dias, tenho dito algumas vezes que se está bem é dentro de água.
Ora, a comprovar o contrário está o facto de, na última semana e meia, num aquário de quatro, me terem morrido dois peixes. Não sendo eu daquelas que se queixam que estes animazinhos de estimação morrem que nem tordos - já há uns bons anos que os vou tento sempre com razoáveis recordes de longevidade - isto só pode querer dizer uma coisa: decididamente, esta-se melhor cá fora!
Imagine (The Image Project)
Porque acredito que com quase nada se faz quase tudo.
Just imagine... and enjoy it!
Terra queimada
Todos os Verões é assim. Infelizmente pouco ou nada tem mudado desde há muito. Todos os anos ardem muitos hectares daquilo a que, neste país, tenho já muita relutância a chamar floresta. Num rectângulo tão pequeno como o deste território e tendo em conta os anos que uma árvore leva a tornar-se adulta, a dar sombra, seiva ou fruto, é sempre com grande surpresa que vejo os incêndios sucederem-se, ano após ano. Honestamente, já tenho muita dificuldade em perceber o que falta arder. Há lugares tão fustigados por este flagelo que desconfio que até as pedras ganharam capacidade de combustão.
Todos os Verões, além do verde que desaparece, há bens e vidas que se perdem. Tudo, estranhamente bizarro, gratuito, em vão.
Hoje, mais uma vez, como em muitos outros anos, Lisboa amanheceu cinzenta. O rescaldo da noite de inferno de muitos, visitou a capital. Está muita gente de férias. Os que são em parte responsáveis por este reacender de todos os anos também. Hoje está fumo. Amanhã já ninguém se lembra.
Tanto barril de pólvora...
26.7.10
Subscrever:
Mensagens (Atom)










