25.9.10

Esta Sintra, que sempre nos encanta


























... a Sapa, a Saudade e a Raposa. O campo mais perto. Um ar mais fresco e mais leve. As cores de Outono. Dias que se saboreiam. Eu e a minha M.. A cumplicidade do nosso mundo.

22.9.10

Colecção de Selos


Ao longo dos últimos meses, têm sido atribuídos ao Deixa Entrar o Sol os mais diversos "selos".
Interpreto este recente hábito como uma forma de reconhecimento e demonstração de simpatia ou empatia entre membros da blogosfera. Uma forma de cortesia ou manifestação de amizade, tão válida, bonita ou apreciável como qualquer outra. Quem os atribui fá-lo de livre e espontânea vontade. No mínimo, cumpre a quem os recebe agradecer.
No meu caso, muitas têm sido as vezes em que, de alguma forma, me tenho sentido em falta para com as pessoas que o fazem, com este espaço. Mesmo quando dou por eles a tempo, muitas vezes acabo por não os mencionar e, se o faço, infrinjo sempre as regras...
Acho que quem nos considera merece, no mínimo, a nossa consideração. Por essa razão, este post é dedicado a todos os que consideram o Deixa Entrar o Sol [uns dias ensolarado, outros nem tanto] merecedor de tais mimos.
A partir de hoje, por razões de critério e justiça, deixarei de publicar os selos atribuídos. Sempre que deles tomar conhecimento, agradecerei em sede própria, no blogue de quem o presenteia. Creio que esta será a única forma de não continuar permanentemente em falta com aqueles a quem o mínimo de educação é devido.
Dado que exposição deste post tem um curto prazo de validade, o resto ficará dito, na barra lateral deste blogue.

A todos, o meu reconhecido Muito Obrigada! :)

Happy, me!



Hoje cheguei ao escritório e tinha este mimo lindo à minha espera.
A minha colega Sónia foi ao IKEA e, ao cruzar-se com este chapéu de chuva, achou que era a minha cara.
Não sei onde foste buscar esta ideia, Sónia Afonso! :)

Coisas que gosto e não sou capaz de usar...

Over knee socks. Mas tenho pena!

Interrompo por breves instantes a harmonia deste blog

... para informar o Sr. Carglass que tiro o som ao rádio cada vez que passa o seu pavoroso spot.
Até aposto que, só por causa disto, a partir de amanhã já não vai mais para o ar.

E depois deste interessante momento, por aqui, segue a habitual emissão.

A história da Água Engarrafada


Para ver e pensar.
Quanto a este assunto, a minha posição está tomada há muitos anos e ainda não senti necessidade de a mudar.
A triagem e reciclagem deste spot [até que ponto devemos ser ingénuos e não equacionar a hipótese de também ele servir outros interesses políticos antagónicos?...], fica ao critério de cada um.

Bom dia, Sol

21.9.10

Chegam hoje


Os meus dias. Aqueles em que recolho e me reencontro. Em que fico mais dentro, mas mais inteira. Mais quieta, mas mais intensa. Mais silenciosa e mais eu.
Bem vindo, querido Outono!

Divulgação




Grupo do Risco é uma equipa ligada à Ilustração Científica e liderada por Pedro Salgado, biólogo, ilustrador e professor. Inclui “riscadores” (ilustradores) mas também elementos ligados a outras expressões: fotografia, video, música e escrita. A exposição reflecte esta interdisplinaridade e inclui desenhos e ilustrações, fotografias, filme e banda sonora.

A exposição da Expedição Amazónia inaugura na próxima terça-feira, 21 de Setembro, às 19:00 no Pavilhão do Conhecimento em Lisboa.


Definitivamente, a não perder!

Haja fartura

... e churro e pipoca e algodão doce. E descontracção e estupidez natural, para parar num sinal verde, pedir à mulher da feira que corre ao lado dois destes acepipes, pagar e arrancar com o sinal vermelho, nas barbas da polícia e dos parvos que ali ficaram, à espera!

17.9.10

Seduz-me sempre


... o Sol que encontro invadindo sem cerimónia a minha casa, quando regresso, ao fim do dia.
Reconcilia-me com a vida, traz-me paz. E o terno e eterno sentimento de reencontro, com uma boa parte de mim.

Já deram conta

que hoje é SEXTA-FEIRA?

15.9.10

Chocolate à chuva

Quem me conhece relativamente bem ou há alguns anos sabe que, apesar de ser fã da chuva, com que em muitos dias nostálgicos da minha existência gosto de andar de mão dada, nunca gostei particularmente de me molhar com ela e sempre detestei a sua intimidade com o meu cabelo.
Hoje, neste primeiro dia com sabor a tímido Outono, ao ser surpreendida por atrevidas gotas grossas que caiam sem grande cerimónia, não apressei o passo, não procurei nada com que cobrir a cabeça, nem me ensaiei naquele exercício caricato de baixar o tronco como se com isso me esquivasse ao inimigo e conseguisse passar no intervalo dela. Molhei-me e gostei. O cabelo ficou aos caracóis e não me importei.
Posto isto, fora a celulite e o pneu sobresselente, caramba, gosto mesmo desta idade!

Hoje só não mato por isto

... porque já comi!

Mas será?


Será que algum dia vou conseguir escrever autóctone , à primeira?

Chamem-me clássica


... mas para mim, a chuva veste Burberry!

14.9.10

Eu construo a minha casa


O grande absurdo da vida é que quase sempre é simples e quase sempre a complicamos.

E assim de repente e para além dos macabros desejos de torradas com mel

Tocarem à campainha e desligar o ar condicionado, em vez de abrir a porta... parece sintoma suficientemente grave para internamento?

13.9.10

6 de Setembro, 2010


Comecei hoje uma nova etapa da minha ainda pequenina vida.
A mamã, o papá, a vovó e o vovô foram levar-me à escolinha.
Gostei muito.
A Sónia (a educadora), a Leonor, a Inês, a Maria, o Salvador e o
Gabriel são os meus coleguinhas (faltam ainda mais meninos e meninas).
Gostei muito dos brinquedos, das pessoas, de lavar as mãos no
lavatório á minha medida, de comer massinhas e de ficar de barriguinha
cheia a dormir.
A mamã é que saiu de lá com o coração apertadinho, apertadinho. Acho
que ela até ía com os olhos meio chorosos mas não há razão para isso,
fiquei bem e a vida é assim mesmo mamã, tenho que começar a ganhar as
minhas asinhas.
Estou muito feliz, estou a crescer.
Beijinhos para todos.
G.

Assim de repente

Ter vontade de comer torradas com mel, quando se gosta de torradas, quando se gosta de mel, mas não se gosta de torradas com mel, não pode querer dizer nada muito bom, pois não?

Good morning

...Monday.

8.9.10

Quando mentir for preciso, poder falar a verdade...

Amigo, obrigada por este sorriso pela cumplicidade das notas e das letras, que dele se soltaram, para colorir o meu dia.
E um beijo grande, que fica também aqui.

Dias

Há dias em que necessito focar-me no essencial, para não perder de vista a cor que vive numa boa parte de mim.

4.9.10

Bonito serviço...


Perceber a cada dia que passa que aos 40 se engorda com o ar e ter Amigos distraídos que nos oferecem mimos assim!
Que sorte eu não ser mulher de vinganças...

3.9.10

E assim parto

... com o coração inundado pelo sol do fim de dia, paz e serenidade, rumo ao fim de semana.

E depois, dos lados da nostalgia...*

... vem este desejo de cheiro a Outono, dos dias mais frescos, mais curtos, mais indoor, dos passeios entre o verde e o cheiro a terra molhada, das roupas confortáveis e aconchegantes, das cores, da natureza a mudar, a recolher na suave vénia das folhas caídas. Das botas, das minhas adoradas botas. E de uma [grande] boa parte de mim.

* e deste look Country, que tem tanto de mim, da nova coleccção da Massimo Dutti

2.9.10

Esconderijo

Vontade de fugir e me esconder... Posso? Posso?...

É bom

foto@geosorrisos

É muito bom ouvir um toque de mensagem às onze da noite, abri-la e ler:

Hoje pensei em ti. Jitos. Teresinha

Sorriem os lábios, o coração e alma, por uma amizade assim.
Teresinha é uma Mulher-Mãe-Força-Natureza-Arte.
Teresinha foi minha professora de Geografia - nós com 14, ela com 23- e havia dias que nos desafiava para uma aula no pinhal, ao som da sua viola.
Teresinha casou, foi para um longe que afinal é perto, trouxe a este mundo 5 lindos filhos e esteve sempre presente na minha vida, ao longo de todos estes anos. Trocámos cartas, postais de Natal, fotografias e toques de telemóvel só para dizer acabei de me lembrar de ti. Estou certa que no meio disto algumas lágrimas e certamente muitos sorrisos.
Em dias especiais da minha vida, Teresinha fez com o marido e os seus 5 filhos cerca de 150Km , só para estar Ali. Porquê? Porque sim! Porque quando as pessoas se querem bem não há longe nem distância. Há um Amor que as une e uma certeza de estar perto e junto, mesmo que os olhos não vejam.
É bom. É muito bom ter uma existência assim, recheada de Pessoas Especiais, que nos querem e a quem queremos bem. É por isso que não me canso de dizer que sou milinionária. Possuo a maior riqueza da Vida.
É bom. É muito bom receber uma mensagem destas. Até porque ainda um dia vou olhar para o palco do D. Maria e dizer com orgulho:
Olhem, olhem! Aquela é a minha Teresinha. A Teresinha que a geografia da vida me presenteou!